A CGU (Controladoria Geral da União), em parceria com o Instituto Ethos, planeja criar, nas próximas semanas, um cadastro pró-ética que reunirá empresas comprometidas com práticas de prevenção à corrupção.
Para integrar a lista, empresas não poderão ser processadas por corrupção, terão que se submeter a auditorias externas e criar mecanismos de proteção a funcionários que denunciem práticas corruptas.
Deverão também informar detalhadamente suas doações a candidatos nas eleições. Quem doar para candidatos com “ficha-suja”, não poderão participar da lista limpa da CGU.
Fonte: Portal Correio